Recanto dos Meus Versos!
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Meu Diário
02/06/2021 07h16
02 de Junho de 2021

Estamos começando uma terça-feira chuvosa. O frio do final de semana se dissipou de repente; e com o aquecimento repentino veio a chuva. Acredito que choverá o dia todo.



Olhando a chuva cair, fico pensando nesse fenômeno extraordinário. E daqui do minha cadeira imagino o quanto precisamos da chuva.



Na semana passada, minha esposa comentou sobre o  aumento nas tarifas da energia elétrica; passaremos por um período com bandeira vermelha. Os reservatórios estão com seus níveis de água muito baixo.



Penso na agricultura e no quanto o homem do campo depende das águas pluviais. O alimento diário que chega à nossa mesa é algo que, embora não nos apercebendo, está ligado a essa dependência do agricultor.



Os rios, os açudes, o abastecimento de água das cidades...



Ah! como somos dependentes!



E a poesia...



Como é gostoso ficar olhando a chuva cair!  Como é romântico se aconchegar num cantinho e observá-la escorrendo pelo quintal! Como é delicioso ouvir o seu barulho no telhado da casa! Gosto do cheiro da chuva no barro. 



Quando criança, brincávamos na chuva. Era muito divertido correr na chuva; brincar nas poças que ficavam na rua de casa.



Chuvas fortes, às vezes, também trazem prejuízos para a nossa sociedade. Principalmente para aquelas cidades que não tiveram suas infraestruturas pautadas em  planejamentos sérios.



Gosto da chuva!


Publicado por Isaías Ramalho da Silva
em 02/06/2021 às 07h16
 
01/06/2021 13h41
01 de Junho de 2021

Estamos iniciando o mês de junho; o ano é 2021. E aquilo que era para ser uma "gripezinha" vai se arrastando por um ano e meio. E nós, brasileiros, estamos para contar meio milhão de mortes. Já chegou a vacina, isto é certo. Aos poucos seremos imunizados, se não formos acometidos pelo vírus, antes. Porque ninguém está escape desta má-sorte.

O mundo está vivendo uma experiência desastrosa. O momento atual serve para nos mostrar o quanto estamos despreparados, apesar dos avanços tecnológicos, para lidar com situações como uma pandemia viral. A julgar pela quantidade de pessoas que já foram contaminadas mundo afora num curto espaço de tempo, e pelo número expressivo de vidas que se perderam, me pergunto se as outras pandemias que acometeram a humanidade não legaram nenhuma experiência à ciência médica. Apesar de que, minha reflexão é vazia, dado que sou totalmente leigo no assunto. E aqui, louvo a rapidez como se deu a chegada das vacinas.

Os paises ricos caminham para a normalidade. Logo, logo toda esta onda vai se tornar história; as suas populações estarão vacinas e a locomotiva do Capitalismo voltará ao seu trilho. As pessoas anseam por isso. O isolamento social deixa sequelas. As reuniões de família; os abraços e beijos; os encontros amigaveis; as viagens de férias; os trabalhos, regulares ou autônomos... Tudo isto, parado de repente, foi um tiro no coração da economia. É preciso, sim, que essa máquina volte a se movimentar e se aqueça.

Pergunto-me, porém, se os tais paises ricos, ajudarão na imunização das populações dos paises pobres. Talvez este também seja um questionamento raso. Mas, não é de hoje que o mundo sente fome ao mesmo tempo em que esbanja toneladas de alimentos. 

Aqui no Brasil, diante de um festival de Fake News, vemos os hopitais superlotados. Neste cenário, os atores do poder se preocupam com a disputa eleitoral, que ainda está longe.  Enquanto isso, vemos amigos e entes familiares perderem a luta para o vírus; não há quem não penha perdido uma pessoa próxima. 

 

 

Publicado por Isaías Ramalho da Silva
em 01/06/2021 às 13h41